O débito é a doença fatal de repúblicas, a primeira coisa eo mais poderoso para minar governos e corruptos do povo


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O império mais poderoso e fatal que existe é o das circunstâncias.Os olhos já vão rompendo a núvem de poeira que se tem levantado diante deles; e o povo algum dia declarar-se-á solenemente contra o escárneo que há 20 anos todos os governos em Portugal dele têm feito. E fatal e tremendo será esse desagravo. Ainda é tempo de remediá-lo, mas não há tempo a perder.A doença mais fatal da amizade é a decadência gradual, ou não gostam horária aumentou em causas muito delgados de queixa, e demasiado numerosos para remoção.Concórdia, honradez, indústria e frugalidade são os meios mais eficazes para um povo ser feliz e poderoso.Um bom governo pode, de fato, aliviar o sofrimento de um povo ferido, mas um povo poderoso, pode sozinha construir uma grande nação.Se os governos quiserem hoje ser úteis à sociedade, se eles não quiserem adiantar a época do terrível cataclismo que espera um estado de coisas factício em que o dolo e imoralidade e o ludíbrio do povo ocupa uma parte tão considerável, eles terão que olhar mais pelo povo que padecia em silêncio sem se queixar porque já nem mesmo se sabe queixar.